quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Regulamento do concurso " A nossa turma é a melhor"
Destinatários: Todas as turmas da escola
Data de inscrição e local: De 10/10 a 11/11 de 2011 no gabinete do espaço Jovem
Regulamento do concurso: As turmas interessadas em participar deverão apresentar um plano detalhado, onde deverá constar: o tipo de actividade (s) a desenvolver, a(s) data(s) de realização da(s) mesma(s), os objectivos, o público-alvo e o(s) professor(es) colaborador(es).
Prémio: A definir
Data de inscrição e local: De 10/10 a 11/11 de 2011 no gabinete do espaço Jovem
Regulamento do concurso: As turmas interessadas em participar deverão apresentar um plano detalhado, onde deverá constar: o tipo de actividade (s) a desenvolver, a(s) data(s) de realização da(s) mesma(s), os objectivos, o público-alvo e o(s) professor(es) colaborador(es).
Prémio: A definir
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Sexualidade Precoce
“Prevenção do VIH/Sida: faz alguma coisa!”
Findo o concurso de Cartazes em 20 de Dezembro de 2010 demos a conhecer a lista dos alunos vencedores e solicitámos que estes fossem informados que poderiam levantar o voucher do Super Programa (Jantar+cinema) no balcão de informações do Centro Comercial Dolce Vita Douro.
Porém, tivemos conhecimento através do Centro Comercial Dolce Vita Douro, que ainda existem prémios por levantar.
Para podermos fechar o processo, vimos a anunciar a data limite para reclamar o prémio: 15 de Fevereiro.
Solicitamos, novamente, que estes alunos sejam informados e incentivados a usufruir da compensação pelo seu empenho e dedicação numa causa tão nobre quanto a prevenção da infecção VIH.
Chamamos a atenção para poderem aproveitar a comemoração do dia dos namorados, 14 de Fevereiro, para desfrutarem do super programa.
Cátia Inês Teixeira Silva Costa
Tânia Maria Correia Cruz
Adriano Nogueira Rocha
Isabel Margarida Carvalho Botelho
Susana Fonte Almeida
João Carlos Ferreira
João Carlos Ferreira
Bruno José Vilela
José António Varandas Real
Cátia Andreia Silva
Findo o concurso de Cartazes em 20 de Dezembro de 2010 demos a conhecer a lista dos alunos vencedores e solicitámos que estes fossem informados que poderiam levantar o voucher do Super Programa (Jantar+cinema) no balcão de informações do Centro Comercial Dolce Vita Douro.
Porém, tivemos conhecimento através do Centro Comercial Dolce Vita Douro, que ainda existem prémios por levantar.
Para podermos fechar o processo, vimos a anunciar a data limite para reclamar o prémio: 15 de Fevereiro.
Solicitamos, novamente, que estes alunos sejam informados e incentivados a usufruir da compensação pelo seu empenho e dedicação numa causa tão nobre quanto a prevenção da infecção VIH.
Chamamos a atenção para poderem aproveitar a comemoração do dia dos namorados, 14 de Fevereiro, para desfrutarem do super programa.
Cátia Inês Teixeira Silva Costa
Tânia Maria Correia Cruz
Adriano Nogueira Rocha
Isabel Margarida Carvalho Botelho
Susana Fonte Almeida
João Carlos Ferreira
João Carlos Ferreira
Bruno José Vilela
José António Varandas Real
Cátia Andreia Silva
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Um em cada 10 estudantes universitários acredita que pílula protege do VIH
Os resultados de um inquérito agora divulgado demonstram que muito está ainda por fazer no domínio da informação e sensibilização para a problemática do VIH/Sida em Portugal.
Um em cada 10 estudantes universitários de Coimbra acredita que a pílula anticoncepcional protege da infecção por VIH/Sida, segundo um inquérito da investigadora Aliete Cunha-Oliveira, da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.
Em declarações à agência Lusa, a autora referiu que a "desculpa" da contracepção oral para não usar preservativo "é, sem dúvida, um dado preocupante" e garantiu não compreender de "onde pode ter vindo tal ideia".
"Creio que esse dado terá de fazer pensar os criadores de mensagens e os responsáveis pelas políticas de prevenção e de saúde dos adolescentes e jovens", alertou Aliete Cunha-Oliveira, lembrando que a esta realidade "pode não ser alheio o modelo da oferta de serviços de saúde" centrado na prevenção da gravidez ou no rastreio de infecções e cancros da mulher jovem.
Para o não uso do preservativo, 13% dos jovens apontaram a questão do preço. Outro resultado indica que 41% dos jovens manifestou "embaraço" em adquirir o preservativo dentro da faculdade.
No inquérito a 696 estudantes das oito faculdades da Universidade de Coimbra, a investigadora concluiu que mais de metade (52,6%) diz usar sempre o preservativo, mas estes continuam a ser "dados preocupantes e que não têm nada de especialmente encorajador".
"Na melhor das hipóteses, 40% dos jovens universitários não usam o preservativo ou não o usam de forma consistente. São muitos jovens que se põem em risco e põem em risco os outros", resumiu a investigadora à Lusa, dando conta de que os resultados dos estudos não têm mostrado evoluções significativas.
Por isso, Aliete Cunha-Oliveira defende que "o modelo de luta e de campanha contra à infecção e doença atingiu, ou está próximo de atingir, o seu limite de intervenção", o que mostra a necessidade de rever a base que tem servido de "guião à luta contra a Sida em Portugal".
"Tem-se apostado demasiado no uso do preservativo, exclusivamente. E isso é manifestamente insuficiente", considerou a investigadora, atribuindo "algum significado optimista" à taxa de 30% de realização de testes ao VIH, por ser a única forma de as pessoas confiarem umas nas outras.
"Outra aposta fundamental terá que assentar numa educação de responsabilidade e de respeito por si e pelo outro", concluiu.
Quanto a comportamentos sexuais segundo o género, os rapazes referem ter mais parceiros sexuais, mais relações ocasionais e sob o efeito de álcool ou de outras drogas, mas usam mais vezes o preservativo. As raparigas, por seu lado, são predominantemente monógamas e assim tendem a não usar preservativo porque confiam na relação e no parceiro.
Em questão de informação, mais de 50% registou resultados elevados no teste de conhecimentos, superior a 17 valores, numa escala de 0 a 20.
Mas os altos níveis "são um tanto enganosos" quando relacionados com os comportamentos. No inquérito "algumas respostas revelam ignorância enquanto outras indiciam comportamentos de risco": mais de 30% garante que quem consome álcool e outras drogas não tem mais tendência a praticar sexo sem protecção, mais de 26% acredita que o vírus VIH não aparece no sémen e 18% nega que haja perigo de infecção na prática desprotegida de sexo oral.
No seu estudo, que serviu de base para a tese de mestrado, Aliete Cunha-Oliveira indicou ainda "novos mitos sobre o VIH/sida", que traduzem uma "visão demasiado optimista".
"De certo modo, parece estar em curso uma negação social e psicológica do problema do VIH/Sida, que faz com que as pessoas pensem e se comportem como se já houvesse vacina, como se já existisse tratamento eficaz e inócuo e como se a Sida fosse uma doença banal", afirmou a investigadora, referindo que os novos mitos são fruto de mensagens da comunicação social e "pressão das ideologias".
Aliete Cunha-Oliveira trabalha há 10 anos com jovens, quer no Centro de Saúde, quer no Centro de Atendimento de Jovens de Coimbra e constatou que embora tratando-se de estudantes com um "nível intelectual diferenciado, apresentam um número elevado de comportamentos de risco". "Fui constatando que, apesar de o preservativo ser distribuído gratuitamente, a solicitação por parte dos jovens é baixa", referiu.
Um em cada 10 estudantes universitários de Coimbra acredita que a pílula anticoncepcional protege da infecção por VIH/Sida, segundo um inquérito da investigadora Aliete Cunha-Oliveira, da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.
Em declarações à agência Lusa, a autora referiu que a "desculpa" da contracepção oral para não usar preservativo "é, sem dúvida, um dado preocupante" e garantiu não compreender de "onde pode ter vindo tal ideia".
"Creio que esse dado terá de fazer pensar os criadores de mensagens e os responsáveis pelas políticas de prevenção e de saúde dos adolescentes e jovens", alertou Aliete Cunha-Oliveira, lembrando que a esta realidade "pode não ser alheio o modelo da oferta de serviços de saúde" centrado na prevenção da gravidez ou no rastreio de infecções e cancros da mulher jovem.
Para o não uso do preservativo, 13% dos jovens apontaram a questão do preço. Outro resultado indica que 41% dos jovens manifestou "embaraço" em adquirir o preservativo dentro da faculdade.
No inquérito a 696 estudantes das oito faculdades da Universidade de Coimbra, a investigadora concluiu que mais de metade (52,6%) diz usar sempre o preservativo, mas estes continuam a ser "dados preocupantes e que não têm nada de especialmente encorajador".
"Na melhor das hipóteses, 40% dos jovens universitários não usam o preservativo ou não o usam de forma consistente. São muitos jovens que se põem em risco e põem em risco os outros", resumiu a investigadora à Lusa, dando conta de que os resultados dos estudos não têm mostrado evoluções significativas.
Por isso, Aliete Cunha-Oliveira defende que "o modelo de luta e de campanha contra à infecção e doença atingiu, ou está próximo de atingir, o seu limite de intervenção", o que mostra a necessidade de rever a base que tem servido de "guião à luta contra a Sida em Portugal".
"Tem-se apostado demasiado no uso do preservativo, exclusivamente. E isso é manifestamente insuficiente", considerou a investigadora, atribuindo "algum significado optimista" à taxa de 30% de realização de testes ao VIH, por ser a única forma de as pessoas confiarem umas nas outras.
"Outra aposta fundamental terá que assentar numa educação de responsabilidade e de respeito por si e pelo outro", concluiu.
Quanto a comportamentos sexuais segundo o género, os rapazes referem ter mais parceiros sexuais, mais relações ocasionais e sob o efeito de álcool ou de outras drogas, mas usam mais vezes o preservativo. As raparigas, por seu lado, são predominantemente monógamas e assim tendem a não usar preservativo porque confiam na relação e no parceiro.
Em questão de informação, mais de 50% registou resultados elevados no teste de conhecimentos, superior a 17 valores, numa escala de 0 a 20.
Mas os altos níveis "são um tanto enganosos" quando relacionados com os comportamentos. No inquérito "algumas respostas revelam ignorância enquanto outras indiciam comportamentos de risco": mais de 30% garante que quem consome álcool e outras drogas não tem mais tendência a praticar sexo sem protecção, mais de 26% acredita que o vírus VIH não aparece no sémen e 18% nega que haja perigo de infecção na prática desprotegida de sexo oral.
No seu estudo, que serviu de base para a tese de mestrado, Aliete Cunha-Oliveira indicou ainda "novos mitos sobre o VIH/sida", que traduzem uma "visão demasiado optimista".
"De certo modo, parece estar em curso uma negação social e psicológica do problema do VIH/Sida, que faz com que as pessoas pensem e se comportem como se já houvesse vacina, como se já existisse tratamento eficaz e inócuo e como se a Sida fosse uma doença banal", afirmou a investigadora, referindo que os novos mitos são fruto de mensagens da comunicação social e "pressão das ideologias".
Aliete Cunha-Oliveira trabalha há 10 anos com jovens, quer no Centro de Saúde, quer no Centro de Atendimento de Jovens de Coimbra e constatou que embora tratando-se de estudantes com um "nível intelectual diferenciado, apresentam um número elevado de comportamentos de risco". "Fui constatando que, apesar de o preservativo ser distribuído gratuitamente, a solicitação por parte dos jovens é baixa", referiu.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Definição das orientações curriculares para a Educação Sexual
14 de Abr de 2010
O regime de aplicação da Educação Sexual nas escolas é regulamentado através de uma portaria publicada no Diário da República, que consagra o carácter de obrigatoriedade desta área, definindo as orientações curriculares e a carga horária adequadas para os diferentes níveis de ensino.
O Ministério da Educação estabelece as orientações curriculares relativas aos conteúdos da Educação Sexual, que devem respeitar os objectivos mínimos definidos para todos os níveis de ensino, desde o 1.º ano de escolaridade até ao ensino secundário.
Estes conteúdos devem ser trabalhados no âmbito da educação para a saúde, nas áreas curriculares não disciplinares, designadamente em Formação Cívica, em complementaridade com as áreas curriculares disciplinares.
A carga horária dedicada à Educação Sexual é adaptada a cada nível de ensino, não podendo ser inferior a 6 horas para os 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, nem inferior a 12 horas para o 3.º ciclo e o ensino secundário, distribuídas de forma equilibrada pelos diferentes períodos do ano lectivo.
Para os estudantes do ensino secundário, está prevista a criação de gabinetes de informação e apoio ao aluno, que devem funcionar em articulação com os gabinetes de saúde juvenil e unidades móveis, colocadas ao dispor das escolas pelo Instituto Português da Juventude (IPJ).
A gestão curricular da Educação Sexual, enquadrada na área de Formação Cívica, deve ser assegurada pelo professor coordenador da educação para a saúde, em articulação com os professores do 1.º ciclo e os directores de turma.
O trabalho do professor coordenador é apoiado por uma equipa de educação para a saúde, com uma dimensão proporcional ao número de turmas existentes, cujos elementos são designados pelo director da escola.
As acções de formação destinadas aos professores são asseguradas pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, em parceria com estruturas competentes, nomeadamente os centros de formação de associação de escolas, as instituições de ensino superior e o IPJ, sendo consideradas como efectuadas na área correspondente ao grupo de recrutamento dos docentes.
De acordo com a referida portaria, a Educação Sexual deve ser desenvolvida em parceria entre a escola e as famílias, de modo a respeitar o pluralismo das concepções existentes. Assim, a inclusão desta área nos projectos educativos das escolas é definida pelos conselhos pedagógicos, dependendo de um parecer do conselho geral, no qual estão representados os pais/encarregados de educação e os alunos, no caso dos estabelecimentos de ensino secundário.
O diploma prevê ainda que o trabalho desenvolvido pelas escolas seja apoiado, a nível local, pela unidade de saúde pública competente no âmbito da actividade de saúde escolar.
Para mais informação, consultar:
Portaria n.º 196-A/2010 - Regulamenta a Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar.
O regime de aplicação da Educação Sexual nas escolas é regulamentado através de uma portaria publicada no Diário da República, que consagra o carácter de obrigatoriedade desta área, definindo as orientações curriculares e a carga horária adequadas para os diferentes níveis de ensino.
O Ministério da Educação estabelece as orientações curriculares relativas aos conteúdos da Educação Sexual, que devem respeitar os objectivos mínimos definidos para todos os níveis de ensino, desde o 1.º ano de escolaridade até ao ensino secundário.
Estes conteúdos devem ser trabalhados no âmbito da educação para a saúde, nas áreas curriculares não disciplinares, designadamente em Formação Cívica, em complementaridade com as áreas curriculares disciplinares.
A carga horária dedicada à Educação Sexual é adaptada a cada nível de ensino, não podendo ser inferior a 6 horas para os 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, nem inferior a 12 horas para o 3.º ciclo e o ensino secundário, distribuídas de forma equilibrada pelos diferentes períodos do ano lectivo.
Para os estudantes do ensino secundário, está prevista a criação de gabinetes de informação e apoio ao aluno, que devem funcionar em articulação com os gabinetes de saúde juvenil e unidades móveis, colocadas ao dispor das escolas pelo Instituto Português da Juventude (IPJ).
A gestão curricular da Educação Sexual, enquadrada na área de Formação Cívica, deve ser assegurada pelo professor coordenador da educação para a saúde, em articulação com os professores do 1.º ciclo e os directores de turma.
O trabalho do professor coordenador é apoiado por uma equipa de educação para a saúde, com uma dimensão proporcional ao número de turmas existentes, cujos elementos são designados pelo director da escola.
As acções de formação destinadas aos professores são asseguradas pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, em parceria com estruturas competentes, nomeadamente os centros de formação de associação de escolas, as instituições de ensino superior e o IPJ, sendo consideradas como efectuadas na área correspondente ao grupo de recrutamento dos docentes.
De acordo com a referida portaria, a Educação Sexual deve ser desenvolvida em parceria entre a escola e as famílias, de modo a respeitar o pluralismo das concepções existentes. Assim, a inclusão desta área nos projectos educativos das escolas é definida pelos conselhos pedagógicos, dependendo de um parecer do conselho geral, no qual estão representados os pais/encarregados de educação e os alunos, no caso dos estabelecimentos de ensino secundário.
O diploma prevê ainda que o trabalho desenvolvido pelas escolas seja apoiado, a nível local, pela unidade de saúde pública competente no âmbito da actividade de saúde escolar.
Para mais informação, consultar:
Portaria n.º 196-A/2010 - Regulamenta a Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar.
terça-feira, 13 de abril de 2010
CONCURSO PARA A CRIAÇÃO DE UM POSTER DE DIVULGAÇÃO DO ESPAÇO JOVEM
Criação do poster do Gabinete de Apoio ao Aluno, denominado “Espaço Jovem”, para utilização na divulgação deste gabinete, nos espaços da Escola.
Todos os alunos da Escola Secundária/3 Morgado de Mateus.
As participações podem ser individuais ou colectivas.
Pode ser apresentado mais do que um trabalho por participante/equipa.
Natureza do trabalho
Do poster devem constar, obrigatoriamente, as designações Espaço Jovem e Escola Secundária/3 Morgado de Mateus; "este Espaço destina-se a prestar apoio/auxílio documental e/ou especializado nas áreas da Promoção e Educação para a Saúde", localização: piso 1 do pavilhão 1; imagens de fundo alusivas à sexualidade, à toxicodependência, à alimentação e à violência; caixa de dúvidas na sala de convívio dos alunos; colocar dúvidas através do e-mail espacojovem@iol.pt ou do blogue do Espaço Jovem http://espacojovem-esmm.blogspot.com
Apresentação dos trabalhos
Os trabalhos a concurso não podem conter indicações pessoais do aluno/equipa, ou qualquer elemento que os permita identificar, sob pena de exclusão.
Os trabalhos deverão permitir a sua plena utilização em diferentes suportes, sem perda de definição, mesmo quando reduzido.
Os trabalhos deverão ser entregues no gabinete do Espaço Jovem, devendo ser acompanhados de um envelope fechado com os dados do autor/equipa (nome, morada, telefone, e-mail, ano e turma).Deverão ser entregues duas versões do trabalho: uma em papel (formato A4) e em ficheiro formato Jpeg.
Critérios para apreciação dos trabalhos
Criatividade/Inovação.
Qualidade artística.
Coerência e coesão.
Adequação ao objectivo do concurso.
Alusão aos elementos referidos.
Júri
Equipa do Espaço Jovem
Elementos da Direcção
Elemento da Associação de Estudantes
Entrega dos trabalhos
Candidatura: Espaço Jovem até dia 14 de Maio
O trabalho vencedor será divulgado e exposto na Escola e nas Unidades de Saúde do concelho.
Nota: O trabalho vencedor terá direito a um prémio.
Criação do poster do Gabinete de Apoio ao Aluno, denominado “Espaço Jovem”, para utilização na divulgação deste gabinete, nos espaços da Escola.
Todos os alunos da Escola Secundária/3 Morgado de Mateus.
As participações podem ser individuais ou colectivas.
Pode ser apresentado mais do que um trabalho por participante/equipa.
Natureza do trabalho
Do poster devem constar, obrigatoriamente, as designações Espaço Jovem e Escola Secundária/3 Morgado de Mateus; "este Espaço destina-se a prestar apoio/auxílio documental e/ou especializado nas áreas da Promoção e Educação para a Saúde", localização: piso 1 do pavilhão 1; imagens de fundo alusivas à sexualidade, à toxicodependência, à alimentação e à violência; caixa de dúvidas na sala de convívio dos alunos; colocar dúvidas através do e-mail espacojovem@iol.pt ou do blogue do Espaço Jovem http://espacojovem-esmm.blogspot.com
Apresentação dos trabalhos
Os trabalhos a concurso não podem conter indicações pessoais do aluno/equipa, ou qualquer elemento que os permita identificar, sob pena de exclusão.
Os trabalhos deverão permitir a sua plena utilização em diferentes suportes, sem perda de definição, mesmo quando reduzido.
Os trabalhos deverão ser entregues no gabinete do Espaço Jovem, devendo ser acompanhados de um envelope fechado com os dados do autor/equipa (nome, morada, telefone, e-mail, ano e turma).Deverão ser entregues duas versões do trabalho: uma em papel (formato A4) e em ficheiro formato Jpeg.
Critérios para apreciação dos trabalhos
Criatividade/Inovação.
Qualidade artística.
Coerência e coesão.
Adequação ao objectivo do concurso.
Alusão aos elementos referidos.
Júri
Equipa do Espaço Jovem
Elementos da Direcção
Elemento da Associação de Estudantes
Entrega dos trabalhos
Candidatura: Espaço Jovem até dia 14 de Maio
O trabalho vencedor será divulgado e exposto na Escola e nas Unidades de Saúde do concelho.
Nota: O trabalho vencedor terá direito a um prémio.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Comemoração do “Dia de S. Valentim -2011”
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Proposta de conteúdos mínimos em Educação Sexual
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Lei n.º 60/2009 de 6 de Agosto
Estabelece o regime de aplicação da Educação Sexual em meio escolar .
CONSULTAR AQUI!
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Filme em Debate
No passado dia 9 de Junho, a Equipa do Espaço Jovem dinamizou, conforme já tem vindo a ser habitual, a actividade “Um Filme em debate”. Desta vez os contemplados foram os alunos do 9º A e do 9ºB que depois da visualização do filme "I Now Pronounce You Chuck & Larry" sendo que na versão portuguesa dá pelo nome de" Declaro-vos marido e marido".
Pese embora se trate de um filme leve e bem humorado, o argumento daquele, serviu de mote para um debate rico e produtivo, conduzido pela Professora Cristina Caldas (Coordenadora do PES), sobre as questões tão controversas quanto diversas inerentes à orientação sexual, bem como os estereótipos e preconceitos relativos à Homossexualidade, que ainda subsistem e pautam as nossas acções.
A professora responsável pela actividade
Carla Pomar
Pese embora se trate de um filme leve e bem humorado, o argumento daquele, serviu de mote para um debate rico e produtivo, conduzido pela Professora Cristina Caldas (Coordenadora do PES), sobre as questões tão controversas quanto diversas inerentes à orientação sexual, bem como os estereótipos e preconceitos relativos à Homossexualidade, que ainda subsistem e pautam as nossas acções.
A professora responsável pela actividade
Carla Pomar
terça-feira, 2 de junho de 2009
Dicas para uma alimentação saudável
Para o bom aproveitamento desta indicação de consumo de alimentos, vale a pena seguir dicas muito importantes:
Faça no mínimo 3 refeições diárias em horários fixos; se necessário, nos intervalos, coma uma fruta ou tome um suco ou umiogurte;
Coma devagar e mastigue bens o alimentos; isso favorece a digestão;
Só a proteína animal é capaz de fornecer ao corpo todos os aminoácidos que o organismo não consegue produzir; as carnes são as melhores fontes de vitamina B12 e Ferro. Prefira as carnes magras (frango e peixe são boas opções);
Prefira as verduras que possam ser consumidas cruas.
Coma diariamente vegetais de folhas escuras (couve, mostarda, agrião, espinafre etc.) e vegetais de cor amarelo-alaranjados (cenoura, abóbora, beterraba). Esses são fontes importantes de Vitamina A entre outros micronutrientes.
Coma frutas com a casca (aquelas que sejam possíveis);
Consuma ao menos uma fruta cítrica por dia (laranja, abacaxi, tangerina, caju, etc.). Elas são fontes de Vitamina C, que além de ajudar o organismo a se tornar mais resistente a infecções, aumenta a absorção do Ferro vindo da proteína animal da dieta (carne), ajudando na prevenção de Anemia.
Consuma fibras, pois além de facilitar o trânsito dos alimentos no intestino, trazem entre outros benefícios a diminuição da absorção do colesterol;
Massas e pães são fontes energéticas importantes, mas não abuse nas quantidades.Lembre-se: comer um pouco de tudo e de tudo um pouco. Prefira os pães integrais, pois são nutritivos e também ricos em fibras e vitaminas do complexo B, que mantêm os níveis de energia no organismo e deixam os olhos brilhantes e a pele macia.
Evite o consumo de fritos e durante as preparações alimentares, prefira os óleos ricos em gordura poliinsaturada (ex.: óleo de canola, girassol e milho). Usar azeite de oliva na salada é recomendável, pois é rico em gordura monoinsaturada; esses óleos ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares.
Beba muita água durante o dia, no mínimo 8 copos. Pode abusar dos chás de ervas; esses podem ser consumidos sem açúcar ou com adoçantes hipocalóricos.
Prepare todos os alimentos com bastante higiene. Frutas e verduras devem ser bem levadas.
Por fim, prepare todos os alimentos com muito carinho, dando sempre um toque especial no visual, o que torna os pratos mais apetitosos. Um prato gostoso e agradável de se apreciar aumenta a produção de sucos digestivos que facilitam a digestão.
Para o bom aproveitamento desta indicação de consumo de alimentos, vale a pena seguir dicas muito importantes:
Faça no mínimo 3 refeições diárias em horários fixos; se necessário, nos intervalos, coma uma fruta ou tome um suco ou umiogurte;
Coma devagar e mastigue bens o alimentos; isso favorece a digestão;
Só a proteína animal é capaz de fornecer ao corpo todos os aminoácidos que o organismo não consegue produzir; as carnes são as melhores fontes de vitamina B12 e Ferro. Prefira as carnes magras (frango e peixe são boas opções);
Prefira as verduras que possam ser consumidas cruas.
Coma diariamente vegetais de folhas escuras (couve, mostarda, agrião, espinafre etc.) e vegetais de cor amarelo-alaranjados (cenoura, abóbora, beterraba). Esses são fontes importantes de Vitamina A entre outros micronutrientes.
Coma frutas com a casca (aquelas que sejam possíveis);
Consuma ao menos uma fruta cítrica por dia (laranja, abacaxi, tangerina, caju, etc.). Elas são fontes de Vitamina C, que além de ajudar o organismo a se tornar mais resistente a infecções, aumenta a absorção do Ferro vindo da proteína animal da dieta (carne), ajudando na prevenção de Anemia.
Consuma fibras, pois além de facilitar o trânsito dos alimentos no intestino, trazem entre outros benefícios a diminuição da absorção do colesterol;
Massas e pães são fontes energéticas importantes, mas não abuse nas quantidades.Lembre-se: comer um pouco de tudo e de tudo um pouco. Prefira os pães integrais, pois são nutritivos e também ricos em fibras e vitaminas do complexo B, que mantêm os níveis de energia no organismo e deixam os olhos brilhantes e a pele macia.
Evite o consumo de fritos e durante as preparações alimentares, prefira os óleos ricos em gordura poliinsaturada (ex.: óleo de canola, girassol e milho). Usar azeite de oliva na salada é recomendável, pois é rico em gordura monoinsaturada; esses óleos ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares.
Beba muita água durante o dia, no mínimo 8 copos. Pode abusar dos chás de ervas; esses podem ser consumidos sem açúcar ou com adoçantes hipocalóricos.
Prepare todos os alimentos com bastante higiene. Frutas e verduras devem ser bem levadas.
Por fim, prepare todos os alimentos com muito carinho, dando sempre um toque especial no visual, o que torna os pratos mais apetitosos. Um prato gostoso e agradável de se apreciar aumenta a produção de sucos digestivos que facilitam a digestão.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Como criar os filhos longe das drogas
Mesmo antes do nascimento da criança, os pais já podem deixá-la longe das drogas. Nicotina e álcool prejudicam o feto três semanas após a concepção. Mostre ao seu filho desde pequeno, valores como honestidade, justiça, respeito pelos outros e pela lei. Com crianças pequenas, de seis a nove anos, é importante o que os pais fazem, não o que dizem. Pais que bebem e fumam serão exemplos para os filhos. Ensine a seu filho a fazer boas escolhas, a tomar suas próprias decisões e a não seguir os outros. Saiba dizer não. Ajude-o a evitar lugares onde podem ser pressionados a usar drogas ilegais. Procure saber qual é a festa, quem vai, se haverá adultos em casa. Controlem o que assistem e ouvem na TV. Não os deixe em total liberdade. É o começo do desastre. Reviste a mochila. Peça para ver os deveres. Continue vigilante. Para que resistam às tentações mostre fatos. Converse. Acompanhe. Os adolescentes já sabem sobre as drogas. Os pais precisam estar melhor informados para as argumentações. Aconselhe. Não adianta falar muito sobre o prejuízo à saúde a longo prazo. O adolescente vive o momento. Estabeleça limites. Conheça os pais dos seus amigos. Ensine-os a escolher os amigos. Estabeleça regras. Seja consistente e persistente. Seja razoável. Aplique a punição correcta para a falta. Ouça e leia nas entrelinhas. Escola, comunidade, instituições religiosas, polícia, podem colaborar. Mas o papel fundamental é da família. O filho aprende pelo exemplo. Converse. Elogie. Ouça. Corrija. Não entre em confronto se seu filho(a) parecer drogado. Espere passar o efeito. Discuta suas suspeitas. Imponha disciplina. E seja firme.
quinta-feira, 19 de março de 2009
As doenças sexualmente transmissíveis
As doenças sexualmente transmissíveis desde sempre afectaram a Humanidade.Frequentemente causadoras de epidemias mais ou menos graves, responsáveis por muitas mortes, as doenças sexualmente transmissíveis foram e são também factor determinante de doenças crónicas de vários sectores do organismo, de infertilidade, impotência e frigidez.
Antigamente era a sífilis que atormentava milhões de seres humanos e era símbolo de doença para toda a vida ou de morte inexorável.Hoje em dia, e embora a sífilis continue a causar morte e doenças crónicas em muitas partes do mundo, a SIDA e a Hepatite B tornaram-se as mais ameaçadoras doenças que o sexo pode transmitir.
É destas e de algumas outras doenças sexualmente transmissíveis que aqui vamos tratar. Apenas iremos referir aquelas que são mais frequentes e mais graves.
Chlamydia
Embora pouco conhecida do público em geral, manifestam-se, só nos Estados Unidos, 3 a 4 milhões de casos por ano. É uma doença muito perigosa, uma vez que frequentemente não tem sintomas e, por isso, evolui sem tratamento: em cerca de 75% das mulheres e 25% dos homens, não existe qualquer queixa inicial.
Gonorreia
Uma das mais frequentes doenças sexualmente transmissíveis, (popularmente conhecida por "esquentamento"), pode causar Doença Inflamatória Pélvica em cerca de 40% das pessoas não tratadas. Pode também causar esterilidade.
Hepatite B
Existe uma vacina, mas não há cura para a doença quando instalada. Pode causar cancro do fígado.
Herpes
Dolorosa e episódica. Pode ser tratada, mas não tem cura definitiva e tem tendência a repetir-se.
Papilomavírus Humano (PHV)
Cerca de 33% das mulheres estão contaminadas com este vírus, que pode causar cancro do colo do útero e do pénis, para além de desconforto e dores intensas a nível genital.
Pediculose Púbica
Transmitida por um tipo de piolho específico (Phthirus pubis), esta doença é popularmente conhecida como "chatos".
SIDA / VIH / HIV / AIDS
São todos eles termos para designar aquela que já foi chamada "a doença do século". Actualmente é a 6ª causa de morte entre os jovens na América e Europa. A infecção pelo vírus é, actualmente, fatal a mais ou menos longo prazo.
Sífilis
Não tratada, pode levar a lesões graves do cérebro e do coração, ou mesmo à morte.
Antigamente era a sífilis que atormentava milhões de seres humanos e era símbolo de doença para toda a vida ou de morte inexorável.Hoje em dia, e embora a sífilis continue a causar morte e doenças crónicas em muitas partes do mundo, a SIDA e a Hepatite B tornaram-se as mais ameaçadoras doenças que o sexo pode transmitir.
É destas e de algumas outras doenças sexualmente transmissíveis que aqui vamos tratar. Apenas iremos referir aquelas que são mais frequentes e mais graves.
Chlamydia
Embora pouco conhecida do público em geral, manifestam-se, só nos Estados Unidos, 3 a 4 milhões de casos por ano. É uma doença muito perigosa, uma vez que frequentemente não tem sintomas e, por isso, evolui sem tratamento: em cerca de 75% das mulheres e 25% dos homens, não existe qualquer queixa inicial.
Gonorreia
Uma das mais frequentes doenças sexualmente transmissíveis, (popularmente conhecida por "esquentamento"), pode causar Doença Inflamatória Pélvica em cerca de 40% das pessoas não tratadas. Pode também causar esterilidade.
Hepatite B
Existe uma vacina, mas não há cura para a doença quando instalada. Pode causar cancro do fígado.
Herpes
Dolorosa e episódica. Pode ser tratada, mas não tem cura definitiva e tem tendência a repetir-se.
Papilomavírus Humano (PHV)
Cerca de 33% das mulheres estão contaminadas com este vírus, que pode causar cancro do colo do útero e do pénis, para além de desconforto e dores intensas a nível genital.
Pediculose Púbica
Transmitida por um tipo de piolho específico (Phthirus pubis), esta doença é popularmente conhecida como "chatos".
SIDA / VIH / HIV / AIDS
São todos eles termos para designar aquela que já foi chamada "a doença do século". Actualmente é a 6ª causa de morte entre os jovens na América e Europa. A infecção pelo vírus é, actualmente, fatal a mais ou menos longo prazo.
Sífilis
Não tratada, pode levar a lesões graves do cérebro e do coração, ou mesmo à morte.
terça-feira, 10 de março de 2009
Como podem os pais identificar o consumo de drogas?

Droga - Destruição da vida!
Atitudes que podem indiciar o consumo de droga
Na escola
- Faltar frequentemente às aulas ou chegar atrasado.
- Repetir anos.
- Dificuldades de concentração e memória.
- Alterações negativas nos trabalhos escolares (recusar-se a fazê--los, não ter cuidado na apresentação ou no conteúdo, etc.).
Em casa
- Secretismo exagerado (suspeito) em relação às actividades que praticam e aos objectos que possuem.
- Começar a gastar muito dinheiro de repente, apresentando desculpas, como a perda de objectos.
- Uso de incenso ou desodorizantes no quarto (para eliminar maus cheiros do fumo ou de químicos).
- Posse de objectos ligados ao consumo de droga: filtros de cigarro, mortalhas, pratas queimadas, tubos de papel chamuscados, colheres queimadas e comprimidos.
Com os colegas
- Dificuldades em relacionar-se com os outros.
- Mudança repentina de amigos.
- O próprio adolescente
- Fadiga crónica.
- Insónias.
- Dores abdominais e no peito recorrentes, sem doença aparente.
- Alterações de humor repentinas, agressividade e isolamento.
- Descuidado com a higiene pessoal.
Alguns destes comportamentos podem ser próprios da idade e não significar que o jovem recorre às drogas. Servem, contudo, para que os pais se mantenham ainda mais atentos, tentem acompanhar o jovem de perto e ajudá-lo, em caso de necessidade. Se lhe parecer que algo de anormal se passa, tente conversar com ele sem preconceitos. Comece por lhe perguntar porque mudou de comportamento, aborde a questão da droga e insista no assunto, caso ele tente desviar a conversa. Evite acusações e resista a revistar-lhe o quarto, os casacos ou a mochila. Caso descubra que o seu filho consome droga regularmente, é fundamental procurar ajuda no atendimento para adolescentes do seu centro de saúde ou junto do médico de família. Procure apoio também para si, nos serviços de saúde e em organizações que trabalhem nesta área, para conseguir forças para acompanhá-lo no longo e difícil processo de recuperação. É uma tarefa complicada, mas não impossível.
adaptado da revista Proteste - DECO
Os adolescentes que tomam regularmente o pequeno-almoço têm uma dieta mais saudável e são mais activos fisicamente do que os seus pares
Os adolescentes que tomam regularmente o pequeno-almoço têm uma dieta mais
saudável e são mais activos fisicamente do que os seus pares que têm por hábito “saltar” a primeira refeição do dia.
Tomar todos os dias o pequeno-almoço pode ser o primeiro passo no combate à obesidade na adolescência, revela um estudo publicado no Pediatrics. A investigação revela que os adolescentes que tomam regularmente o pequeno-almoço têm uma dieta mais saudável e são mais activos fisicamente do que os seus pares que têm por hábito “saltar” a primeira refeição do dia. Anos mais tarde, aquele grupo apresentava também menos ganho de peso e um menor índice de massa corporal. “Embora os adolescentes possam pensar que não tomar o pequeno-almoço é uma boa forma de poupar nas calorias, os resultados do estudo mostram exactamente o contrário”, sublinham os autores, alertando que as taxas de obesidade na adolescência triplicaram nas últimas duas décadas.
saudável e são mais activos fisicamente do que os seus pares que têm por hábito “saltar” a primeira refeição do dia.Tomar todos os dias o pequeno-almoço pode ser o primeiro passo no combate à obesidade na adolescência, revela um estudo publicado no Pediatrics. A investigação revela que os adolescentes que tomam regularmente o pequeno-almoço têm uma dieta mais saudável e são mais activos fisicamente do que os seus pares que têm por hábito “saltar” a primeira refeição do dia. Anos mais tarde, aquele grupo apresentava também menos ganho de peso e um menor índice de massa corporal. “Embora os adolescentes possam pensar que não tomar o pequeno-almoço é uma boa forma de poupar nas calorias, os resultados do estudo mostram exactamente o contrário”, sublinham os autores, alertando que as taxas de obesidade na adolescência triplicaram nas últimas duas décadas.
Fumar na adolescência aumenta risco de depressão na idade adulta

Fumar na adolescência pode causar mudanças neurobiológicas no humor e conduzir a depressão na idade adulta, sugere um estudo norte-americano publicado na revista "Neuropsychopharmacology".
Nas experiências efectuadas em ratinhos, cientistas da Florida State University, nos EUA, injectaram nas cobaias adolescentes uma solução com nicotina ou com soro fisiológico (solução controlo), duas vezes por dia, durante 15 dias, tendo posteriormente submetido os animais a situações de stress. Os resultados indicam que os roedores que receberam nicotina passaram a apresentar sintomas associados a depressão, como ansiedade, repetição dos hábitos de limpeza e uma diminuição no consumo de recompensas, (não respondiam aos doces que lhes eram oferecidos). Os animais também demonstraram imobilidade em situações de stress. Estes sintomas indicativos de depressão tiveram alívio quando os investigadores deram aos animais um antidepressivo ou mais nicotina. Para testar o efeito da exposição à nicotina na vida adulta, os cientistas injectaram a mesma quantidade da substância num grupo de ratinhos adultos. Depois de realizarem os mesmos testes, não foram observados sintomas de depressão nos roedores adultos. Em entrevista à BBC, o líder da investigação, Carlos Bolanos, referiu que os resultados observados nas cobaias sugerem que o mesmo possa acontecer em humanos.
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