terça-feira, 1 de novembro de 2011

Inscrições para o 1º Workshop "Metodologias em Educação Sexual

Encontram-se abertas as inscrições para o 1º Workshop "Metodologias em Educação Sexual" que irá realizar-se no próximo dia 9 de Novembro, na Escola Secundária Morgado Mateus.
Poderão inscrever-se no referido Workshop os Docentes da Escola que estejam interessados.
A Coordenadora da PES

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

As vantagens de ter dois pais do mesmo sexo

Pais do mesmo sexo tendem a repartir mais a educação dos filhos do que os casais heterossexuais, revelou um estudo norte-americano, que concluiu ainda que a felicidade do casal é o aspecto mais determinante para o bem-estar da criança.
Estas são as principais conclusões de um estudo realizado nos Estados Unidos, que abrangeu 104 famílias, formadas por casais compostos por homem e mulher, dois homens ou duas mulheres, e os filhos.
«A principal conclusão é que as crianças, de uma forma geral, estão muito bem», disse à agência Lusa uma das responsáveis do estudo, investigadora norte-americana Charlotte Patterson (Universidade da Virgínia), que participa esta sexta-feira, em Lisboa, na primeira conferência internacional sobre parentalidade lésbica, gay,bissexual ou transgénero.
A professora universitária, considerada uma referência internacional na investigação sobre psicologia na orientação sexual, descreveu que, no estudo, os pais, as crianças - entre os três e os quatro anos - e os professores ou educadores dos menores foram entrevistados e a sua dinâmica familiar foi registada em vídeo.
«Um dado interessante é que os casais do mesmo sexo parecem partilhar a educação dos filhos de forma mais igualitária do que os casais heterossexuais, mais marcada por uma sexualização dos papéis, com a mãe geralmente mais envolvida no acompanhamento dos filhos e o homem mais absorvido no trabalho», referiu Charlotte Patterson.
Nos casais homossexuais, referiu, «ambos os pais provavelmente trabalham e ambos estão envolvidos de forma bastante equilibrada». Esta diferença na educação parece não ter qualquer impacto sobre os menores, sublinhou a responsável, salientando, no entanto, que é difícil tirar conclusões dada a idade das crianças estudadas.
Segundo a investigadora, «há muitas questões que têm efeito nas crianças: até que ponto os pais se dão bem e qual é o seu grau de satisfação com o seu relacionamento», apontou.
«As crianças cujos pais estão satisfeitos parecem estar bem, melhor do que os filhos dos casais que não estão satisfeitos nas suas relações», revelou.
Especialistas nacionais e internacionais reúnem-se em Lisboa para debater a parentalidade por casais homossexuais, pretendendo alertar para a falta de legislação em Portugal que reconheça as duas figuras parentais, o que, segundo a ILGA, discrimina a criança.
O encontro pretende «eliminar qualquer dúvida que possa restar» sobre a «capacidade de casais de homens gays e mulheres lésbicas» para educarem uma criança, disse à agência Lusa Paulo Côrte-Real, presidente da ILGA.
Segundo o responsável, «há mais de uma década que existem consensos nas várias áreas científicas» sobre esta matéria e que «são apoiados por associações profissionais das mais diversas áreas, como psicologia, pediatria, antropologia».
A primeira conferência internacional sobre parentalidade das famílias LGBT, organizada pela ILGA e pelo Centro em Rede de Investigação do Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), quer ainda chamar a atenção da classe política para as situações em que a criança «continua sem ver reconhecida as duas figuras parentais do ponto de vista legal», devido à falta de legislação em Portugal.
«Há já várias famílias com crianças que só têm legalmente um pai ou uma mãe. Na realidade existem duas mães ou dois pais, mas depois a lei só reconhece uma dessas pessoas», disse Côrte-Real.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/homossexuais-gays-adopcao-pais-tvi24/1287033-4071.html

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Rituais de acasalamento nos animais

5 razões para não usar preservativo

Prevenção da SIDA

Regulamento do concurso " A nossa turma é a melhor"

Destinatários: Todas as turmas da escola

Data de inscrição e local: De 10/10 a 11/11 de 2011 no gabinete do espaço Jovem

Regulamento do concurso: As turmas interessadas em participar deverão apresentar um plano detalhado, onde deverá constar: o tipo de actividade (s) a desenvolver, a(s) data(s) de realização da(s) mesma(s), os objectivos, o público-alvo e o(s) professor(es) colaborador(es).

Prémio: A definir

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Sexualidade Precoce


“Prevenção do VIH/Sida: faz alguma coisa!”

Findo o concurso de Cartazes em 20 de Dezembro de 2010 demos a conhecer a lista dos alunos vencedores e solicitámos que estes fossem informados que poderiam levantar o voucher do Super Programa (Jantar+cinema) no balcão de informações do Centro Comercial Dolce Vita Douro.

Porém, tivemos conhecimento através do Centro Comercial Dolce Vita Douro, que ainda existem prémios por levantar.
Para podermos fechar o processo, vimos a anunciar a data limite para reclamar o prémio: 15 de Fevereiro.

Solicitamos, novamente, que estes alunos sejam informados e incentivados a usufruir da compensação pelo seu empenho e dedicação numa causa tão nobre quanto a prevenção da infecção VIH.

Chamamos a atenção para poderem aproveitar a comemoração do dia dos namorados, 14 de Fevereiro, para desfrutarem do super programa.



Cátia Inês Teixeira Silva Costa
Tânia Maria Correia Cruz
Adriano Nogueira Rocha
Isabel Margarida Carvalho Botelho
Susana Fonte Almeida
João Carlos Ferreira
João Carlos Ferreira
Bruno José Vilela
José António Varandas Real
Cátia Andreia Silva

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Um em cada 10 estudantes universitários acredita que pílula protege do VIH

Os resultados de um inquérito agora divulgado demonstram que muito está ainda por fazer no domínio da informação e sensibilização para a problemática do VIH/Sida em Portugal.

Um em cada 10 estudantes universitários de Coimbra acredita que a pílula anticoncepcional protege da infecção por VIH/Sida, segundo um inquérito da investigadora Aliete Cunha-Oliveira, da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

Em declarações à agência Lusa, a autora referiu que a "desculpa" da contracepção oral para não usar preservativo "é, sem dúvida, um dado preocupante" e garantiu não compreender de "onde pode ter vindo tal ideia".

"Creio que esse dado terá de fazer pensar os criadores de mensagens e os responsáveis pelas políticas de prevenção e de saúde dos adolescentes e jovens", alertou Aliete Cunha-Oliveira, lembrando que a esta realidade "pode não ser alheio o modelo da oferta de serviços de saúde" centrado na prevenção da gravidez ou no rastreio de infecções e cancros da mulher jovem.

Para o não uso do preservativo, 13% dos jovens apontaram a questão do preço. Outro resultado indica que 41% dos jovens manifestou "embaraço" em adquirir o preservativo dentro da faculdade.

No inquérito a 696 estudantes das oito faculdades da Universidade de Coimbra, a investigadora concluiu que mais de metade (52,6%) diz usar sempre o preservativo, mas estes continuam a ser "dados preocupantes e que não têm nada de especialmente encorajador".

"Na melhor das hipóteses, 40% dos jovens universitários não usam o preservativo ou não o usam de forma consistente. São muitos jovens que se põem em risco e põem em risco os outros", resumiu a investigadora à Lusa, dando conta de que os resultados dos estudos não têm mostrado evoluções significativas.

Por isso, Aliete Cunha-Oliveira defende que "o modelo de luta e de campanha contra à infecção e doença atingiu, ou está próximo de atingir, o seu limite de intervenção", o que mostra a necessidade de rever a base que tem servido de "guião à luta contra a Sida em Portugal".

"Tem-se apostado demasiado no uso do preservativo, exclusivamente. E isso é manifestamente insuficiente", considerou a investigadora, atribuindo "algum significado optimista" à taxa de 30% de realização de testes ao VIH, por ser a única forma de as pessoas confiarem umas nas outras.

"Outra aposta fundamental terá que assentar numa educação de responsabilidade e de respeito por si e pelo outro", concluiu.

Quanto a comportamentos sexuais segundo o género, os rapazes referem ter mais parceiros sexuais, mais relações ocasionais e sob o efeito de álcool ou de outras drogas, mas usam mais vezes o preservativo. As raparigas, por seu lado, são predominantemente monógamas e assim tendem a não usar preservativo porque confiam na relação e no parceiro.

Em questão de informação, mais de 50% registou resultados elevados no teste de conhecimentos, superior a 17 valores, numa escala de 0 a 20.

Mas os altos níveis "são um tanto enganosos" quando relacionados com os comportamentos. No inquérito "algumas respostas revelam ignorância enquanto outras indiciam comportamentos de risco": mais de 30% garante que quem consome álcool e outras drogas não tem mais tendência a praticar sexo sem protecção, mais de 26% acredita que o vírus VIH não aparece no sémen e 18% nega que haja perigo de infecção na prática desprotegida de sexo oral.

No seu estudo, que serviu de base para a tese de mestrado, Aliete Cunha-Oliveira indicou ainda "novos mitos sobre o VIH/sida", que traduzem uma "visão demasiado optimista".

"De certo modo, parece estar em curso uma negação social e psicológica do problema do VIH/Sida, que faz com que as pessoas pensem e se comportem como se já houvesse vacina, como se já existisse tratamento eficaz e inócuo e como se a Sida fosse uma doença banal", afirmou a investigadora, referindo que os novos mitos são fruto de mensagens da comunicação social e "pressão das ideologias".

Aliete Cunha-Oliveira trabalha há 10 anos com jovens, quer no Centro de Saúde, quer no Centro de Atendimento de Jovens de Coimbra e constatou que embora tratando-se de estudantes com um "nível intelectual diferenciado, apresentam um número elevado de comportamentos de risco". "Fui constatando que, apesar de o preservativo ser distribuído gratuitamente, a solicitação por parte dos jovens é baixa", referiu.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Definição das orientações curriculares para a Educação Sexual

14 de Abr de 2010

O regime de aplicação da Educação Sexual nas escolas é regulamentado através de uma portaria publicada no Diário da República, que consagra o carácter de obrigatoriedade desta área, definindo as orientações curriculares e a carga horária adequadas para os diferentes níveis de ensino.

O Ministério da Educação estabelece as orientações curriculares relativas aos conteúdos da Educação Sexual, que devem respeitar os objectivos mínimos definidos para todos os níveis de ensino, desde o 1.º ano de escolaridade até ao ensino secundário.

Estes conteúdos devem ser trabalhados no âmbito da educação para a saúde, nas áreas curriculares não disciplinares, designadamente em Formação Cívica, em complementaridade com as áreas curriculares disciplinares.

A carga horária dedicada à Educação Sexual é adaptada a cada nível de ensino, não podendo ser inferior a 6 horas para os 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, nem inferior a 12 horas para o 3.º ciclo e o ensino secundário, distribuídas de forma equilibrada pelos diferentes períodos do ano lectivo.

Para os estudantes do ensino secundário, está prevista a criação de gabinetes de informação e apoio ao aluno, que devem funcionar em articulação com os gabinetes de saúde juvenil e unidades móveis, colocadas ao dispor das escolas pelo Instituto Português da Juventude (IPJ).

A gestão curricular da Educação Sexual, enquadrada na área de Formação Cívica, deve ser assegurada pelo professor coordenador da educação para a saúde, em articulação com os professores do 1.º ciclo e os directores de turma.

O trabalho do professor coordenador é apoiado por uma equipa de educação para a saúde, com uma dimensão proporcional ao número de turmas existentes, cujos elementos são designados pelo director da escola.

As acções de formação destinadas aos professores são asseguradas pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, em parceria com estruturas competentes, nomeadamente os centros de formação de associação de escolas, as instituições de ensino superior e o IPJ, sendo consideradas como efectuadas na área correspondente ao grupo de recrutamento dos docentes.

De acordo com a referida portaria, a Educação Sexual deve ser desenvolvida em parceria entre a escola e as famílias, de modo a respeitar o pluralismo das concepções existentes. Assim, a inclusão desta área nos projectos educativos das escolas é definida pelos conselhos pedagógicos, dependendo de um parecer do conselho geral, no qual estão representados os pais/encarregados de educação e os alunos, no caso dos estabelecimentos de ensino secundário.

O diploma prevê ainda que o trabalho desenvolvido pelas escolas seja apoiado, a nível local, pela unidade de saúde pública competente no âmbito da actividade de saúde escolar.

Para mais informação, consultar:

Portaria n.º 196-A/2010 - Regulamenta a Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar.

terça-feira, 13 de abril de 2010

CONCURSO PARA A CRIAÇÃO DE UM POSTER DE DIVULGAÇÃO DO ESPAÇO JOVEM

Criação do poster do Gabinete de Apoio ao Aluno, denominado “Espaço Jovem”, para utilização na divulgação deste gabinete, nos espaços da Escola.

Todos os alunos da Escola Secundária/3 Morgado de Mateus.

As participações podem ser individuais ou colectivas.
Pode ser apresentado mais do que um trabalho por participante/equipa.

Natureza do trabalho

Do poster devem constar, obrigatoriamente, as designações Espaço Jovem e Escola Secundária/3 Morgado de Mateus; "este Espaço destina-se a prestar apoio/auxílio documental e/ou especializado nas áreas da Promoção e Educação para a Saúde", localização: piso 1 do pavilhão 1; imagens de fundo alusivas à sexualidade, à toxicodependência, à alimentação e à violência; caixa de dúvidas na sala de convívio dos alunos; colocar dúvidas através do e-mail espacojovem@iol.pt ou do blogue do Espaço Jovem http://espacojovem-esmm.blogspot.com


Apresentação dos trabalhos

Os trabalhos a concurso não podem conter indicações pessoais do aluno/equipa, ou qualquer elemento que os permita identificar, sob pena de exclusão.

Os trabalhos deverão permitir a sua plena utilização em diferentes suportes, sem perda de definição, mesmo quando reduzido.

Os trabalhos deverão ser entregues no gabinete do Espaço Jovem, devendo ser acompanhados de um envelope fechado com os dados do autor/equipa (nome, morada, telefone, e-mail, ano e turma).Deverão ser entregues duas versões do trabalho: uma em papel (formato A4) e em ficheiro formato Jpeg.

Critérios para apreciação dos trabalhos

Criatividade/Inovação.
Qualidade artística.
Coerência e coesão.
Adequação ao objectivo do concurso.
Alusão aos elementos referidos.

Júri

Equipa do Espaço Jovem
Elementos da Direcção
Elemento da Associação de Estudantes

Entrega dos trabalhos

Candidatura: Espaço Jovem até dia 14 de Maio

O trabalho vencedor será divulgado e exposto na Escola e nas Unidades de Saúde do concelho.

Nota: O trabalho vencedor terá direito a um prémio.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Comemoração do “Dia de S. Valentim -2011”

No dia 14 de Fevereiro vai comemorar-se o “Dia de S. Valentim -2011”.

Fica ALERTA!!!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Filme em Debate

No passado dia 9 de Junho, a Equipa do Espaço Jovem dinamizou, conforme já tem vindo a ser habitual, a actividade “Um Filme em debate”. Desta vez os contemplados foram os alunos do 9º A e do 9ºB que depois da visualização do filme "I Now Pronounce You Chuck & Larry" sendo que na versão portuguesa dá pelo nome de" Declaro-vos marido e marido".
Pese embora se trate de um filme leve e bem humorado, o argumento daquele, serviu de mote para um debate rico e produtivo, conduzido pela Professora Cristina Caldas (Coordenadora do PES), sobre as questões tão controversas quanto diversas inerentes à orientação sexual, bem como os estereótipos e preconceitos relativos à Homossexualidade, que ainda subsistem e pautam as nossas acções.

A professora responsável pela actividade

Carla Pomar

terça-feira, 2 de junho de 2009

Dicas para uma alimentação saudável

Para o bom aproveitamento desta indicação de consumo de alimentos, vale a pena seguir dicas muito importantes:
Faça no mínimo 3 refeições diárias em horários fixos; se necessário, nos intervalos, coma uma fruta ou tome um suco ou umiogurte;
Coma devagar e mastigue bens o alimentos; isso favorece a digestão;
Só a proteína animal é capaz de fornecer ao corpo todos os aminoácidos que o organismo não consegue produzir; as carnes são as melhores fontes de vitamina B12 e Ferro. Prefira as carnes magras (frango e peixe são boas opções);
Prefira as verduras que possam ser consumidas cruas.
Coma diariamente vegetais de folhas escuras (couve, mostarda, agrião, espinafre etc.) e vegetais de cor amarelo-alaranjados (cenoura, abóbora, beterraba). Esses são fontes importantes de Vitamina A entre outros micronutrientes.
Coma frutas com a casca (aquelas que sejam possíveis);
Consuma ao menos uma fruta cítrica por dia (laranja, abacaxi, tangerina, caju, etc.). Elas são fontes de Vitamina C, que além de ajudar o organismo a se tornar mais resistente a infecções, aumenta a absorção do Ferro vindo da proteína animal da dieta (carne), ajudando na prevenção de Anemia.
Consuma fibras, pois além de facilitar o trânsito dos alimentos no intestino, trazem entre outros benefícios a diminuição da absorção do colesterol;
Massas e pães são fontes energéticas importantes, mas não abuse nas quantidades.Lembre-se: comer um pouco de tudo e de tudo um pouco. Prefira os pães integrais, pois são nutritivos e também ricos em fibras e vitaminas do complexo B, que mantêm os níveis de energia no organismo e deixam os olhos brilhantes e a pele macia.
Evite o consumo de fritos e durante as preparações alimentares, prefira os óleos ricos em gordura poliinsaturada (ex.: óleo de canola, girassol e milho). Usar azeite de oliva na salada é recomendável, pois é rico em gordura monoinsaturada; esses óleos ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares.
Beba muita água durante o dia, no mínimo 8 copos. Pode abusar dos chás de ervas; esses podem ser consumidos sem açúcar ou com adoçantes hipocalóricos.
Prepare todos os alimentos com bastante higiene. Frutas e verduras devem ser bem levadas.
Por fim, prepare todos os alimentos com muito carinho, dando sempre um toque especial no visual, o que torna os pratos mais apetitosos. Um prato gostoso e agradável de se apreciar aumenta a produção de sucos digestivos que facilitam a digestão.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Como criar os filhos longe das drogas

Mesmo antes do nascimento da criança, os pais já podem deixá-la longe das drogas. Nicotina e álcool prejudicam o feto três semanas após a concepção. Mostre ao seu filho desde pequeno, valores como honestidade, justiça, respeito pelos outros e pela lei. Com crianças pequenas, de seis a nove anos, é importante o que os pais fazem, não o que dizem. Pais que bebem e fumam serão exemplos para os filhos. Ensine a seu filho a fazer boas escolhas, a tomar suas próprias decisões e a não seguir os outros. Saiba dizer não. Ajude-o a evitar lugares onde podem ser pressionados a usar drogas ilegais. Procure saber qual é a festa, quem vai, se haverá adultos em casa. Controlem o que assistem e ouvem na TV. Não os deixe em total liberdade. É o começo do desastre. Reviste a mochila. Peça para ver os deveres. Continue vigilante. Para que resistam às tentações mostre fatos. Converse. Acompanhe. Os adolescentes já sabem sobre as drogas. Os pais precisam estar melhor informados para as argumentações. Aconselhe. Não adianta falar muito sobre o prejuízo à saúde a longo prazo. O adolescente vive o momento. Estabeleça limites. Conheça os pais dos seus amigos. Ensine-os a escolher os amigos. Estabeleça regras. Seja consistente e persistente. Seja razoável. Aplique a punição correcta para a falta. Ouça e leia nas entrelinhas. Escola, comunidade, instituições religiosas, polícia, podem colaborar. Mas o papel fundamental é da família. O filho aprende pelo exemplo. Converse. Elogie. Ouça. Corrija. Não entre em confronto se seu filho(a) parecer drogado. Espere passar o efeito. Discuta suas suspeitas. Imponha disciplina. E seja firme.